Mostrando postagens com marcador Baralho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Baralho. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Super-Herói

Ahhh, meu, esquece. Eu ia falar da gripe suína, mas tá todo mundo falando disso, ainda mais hoje que teve a postergação do início das aulas. Então vamos falar de algo que inguém mais lê, ninguém mais se importa depois que completa treze anos: super-heróis.

Há não ser a dona B.~* aqui, lógico. Sempre vou amá-los, invejá-los, quando pequena eu ficava pulando do beliche para ver se eu voava - é verdade. Quem nunca sonhou em ser o herói, ou o vilão, sei lá, ter superpoderes, bater em gente que você não gosta *-* Por isso que eu vou abordar esse assunto, e também porque eu to entediada.

Tem vários tipos de heróis. Os que nunca perdem, os ricos, os perturbados, os esquentados que criam os próprios problemas, etc e etc. Eu, particularmente, não gosto de um herói: o Super-Homem.

Herói mais xarope. Tem todos os poderes, qual a graça de lutas de um cara invulnerável? Ele não tem lado mal. Não tem conflito interno, leal de mais, heróico de mais, perfeito de mais. Até hoje, prefiro o Lex Luthor, e não esse cara de roupa azul e cueca vermelha bombadão o qual o disfarce é um óculos (nunca me conformei com essa parte. Um óculos?).

O batman até que é legal, mas ele só herói porque é rico. Se fosse pobre, fazia uma terapia e não reclamava mais de porra nenhuma.
Eu curto os X-Men. Eles só tem um poder cada um (no geral), o que os torna mais vulneráveis. E eles são mais humanos, lógico: eles cometem erros. De todos os mutantes do grupo dentro e fora dos filmes e quadrinhos, eu gosto do Gambit e da Vampira.
A Vampira suga os poderes dos outros: coisa prática, tipo, demais. No filme, ele é toda insegurazinha e etc, mas no gibi ela é o máximo, hahaha.
O Gambit torna as coisas explosivas - é o cara do baralho, meu xará -, mas eu gosto dele mais pelo seu jeitão de francês cafajeste e que de vez em quando dá uns escorregões, hahaha.

E os dois dão um belo casal, não acha? Hahaha
Toda criança precisa de um herói para poder se atirar de boliches e dizer que voava, para suas brincadeiras e todas essas cosias, e, na minha opinião, todo mundo precisa ter a criança interna para bancar o idiota de vez em quando. Então, qual o mal de assistir um desenho ou ler um gibi de herói de vez em quando?
Não que alguém precise ficar sabendo, lógico.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Baralho

Minha perdição, imagino eu. Já citei minha incondicional estupidez, sempre aceitando desafios alheios e estúpidos por pura competitividade. Truco, quarteto, quadrado, rouba-monte, 21, pôquer (*-*), quem tira a carta mais alta, dama, choque, etc e etc. Eu acho que gasto a sorte que eu supostamente deveria ter na vida nos jogos com cartas: última vez que joguei pôquer tirei sequências duas vezes seguidas - quem joga sabe, hahahaha - e não que essa sorte seja muita.

Já passei por alguns perrengues jogando cartas: perdi dignidade, paciência e, uma vez (UMA, ok?) em partcular, perdi roupas. Viajando para o exterior com gente que nunca mais veria de novo, com um cara que havia pego e um que eu tinha interesse e mais uma amiga, estávamos zombando do meu ex porque perdera a chave. Não lembro em que contexto falaram de strip-tease, e os meninos duvidaram - nunca duvide de nada, colega - de que eu jogaria strip poker. Fomos até um andar vazio, minha amiga amarelou - até hoje ela acha que eu não joguei também - e começamos.

Placar inicial: garoto perderam primeira rodada, eu tinha os sapatos deles. Depois, um deles decidiu uma jogada arriscada apostando a camisa e os shorts, eu cubro, perco a camisa. Este menino perde para mim na seguinte, eu recupero minha camisa e ele fica de cueca (nosso limte: roupas íntimas). Não fiquei encarando por razões óbvias, ainda mais depois que o cara jogou uma bermuda por cima da cueca só para estar semi-coberto "caso alguém suba", mas o volume era meio descrepante O.o. Rodada seguinte, eu tinha uma trinca de ás. Eu TINHA QUE GANHAR! Coloquei tudo que era permitido.

Perdi tudo que era permitido.

Depois ainda tentaram sair correndo com a minha blusa, teve uma guerra de sapatos, um fora, um garoto rolando de rir só de cueca no chão. Foi uma história pra contar, lógico, me divirto até hoje, mas eu cheguei a importantes conclusões:

1- Nem sempre trinca de áses é o melhor jogo;
2- Faça merda e alegorias como essa com gente confiável OU com quem COM CERTEZA nunca mais verá na vida;
3- Não seja a única menina do jogo;
4- Jogos de Cartas PODEM te colocar na merda - ainda mais se valer algo substancial como dinheiro ou roupas, hahaha.

Isso sem falar que machuca. Contei do amigo da minha irmã que quebrou o menisto (acho que é esse o nome, um osso do joelho) jogando truco?

HAHAHA, baralho é tenso.