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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Fora no Msn

Um ex que mora em Indaiatuba me jogou numa conversa em grupo faz um tempo no msn, faz um tempo. Daquelas que a janelinha não pára de piscar, que tem 10 de pessoas que ficam saindo e sendo postas lá de novo e que ninguém conhece ninguém, e que 99% das pessoas odeia. Bom, eu geralmente me divirto e mais umas 10 pessoas me adcionam no msn, gente estranha. Nessa daí, eu comecei a conversar com outro indaiatubano (?) divertido e de vez em vez eu converso com ele. Numa dessas vo parar em outra conversa grupal com o um ser de Santos que tinha no nick "Axl Cobain".

"Ahh, eu curto o tio Axl!"
"Jura?"
"Uhum! E o Kurt Cobain é eternoooo!"
"Whooooaaa, uma mina que curte Guns E Nirvana?? To sonhando."

E me pôs em outra conversa, só nós dois. Só que, querido, não rolava, eu namoro, mas como ele tinha se animado eu fiquei sem saber exatamente como escapar do barco furado. Ele cantou Sweet Child o Mine pra mim no microfone (sério mesmo)! Perguntou como eu conhecia nosso amiguinho em comum, e seguiu-se a seguinte conversa - tirada exatamente dos meus arquivos :

B ;*:coheci ele numa viagem


B ;*:foi ele que me fez mudar de opnião
Axl Cobain:opnião de que?
B ;*:foi por causa dele que eu virei lésbica


HAHAHA! Ri demais aquele dia, por que ainda teve a continuação da conversa, sobre direitos homossexuais e etc. É uma desculpa boa pra se usar, fato.

Foras elaborados sempre nos divertem mais.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Impulso Impulsivo

Principalmente quando eu estava na linha dos, o que, 11 anos?, eu tinha mania de tentar fazer algo maior melhor sempre que eu via alguma coisa em uma revista ou um filme, tipo um delirio de grandeza. Já escrevi 4 roteiros de filmes (só um saiu do papel pro ensaio - e ponto), já tentei fazer várias bandas, principalmente depois que assisti Escola de rock (HAHAHAHA), e uma vez até montei todo um lance para fazer uma ONG (tinha lido numa revista sobre uma menina de 13 anos que havia fundado uma, hahahah).

Não é ser paga-pau nem derivados, é aquele impulso gostoso que tenho até hoje. O problema, lógico, é que às vezes, hehehe, eu deixo algumas coisas inacabadas... Mas, outras, saem coisas tãããããããããããããããããão legais! Tão aí umas histórias que escrevi, roteiro de teatro, contos, o blog antigo que foi deletado por algum motivo e esse aqui, mesmo!

Não sei exatamente como desenvolver esse texto, talvez tenha sido outro impulso, quem sabe. O primeiro roteiro que escrevi eu sonhava que ia ser um sucesso, era um peseudo-filme de terror, hahahaha. Eu era a atriz principal e diretora, lógico, e participavam mais 14 pessoas, sendo a maioria figurantes (nenhum delírio d egrandeza, lógico). A idéia era uma festa a fantasia que, por causa de certos bolinhos, todo mundo virava o que tava fantasiado - e eu tava fantasiada de caça vampiro! HAHAHA

Teve um filme de espionagem, que tinha uns 7 personagens, que era mais viável mas com muitos diálogos, melhor para livro ou conto, hahah. E teve um sobre triângulos amorodsos.

Sem contar os começos de livros, ahhaha. Teve "A Revoluão dos Alunos", nunca terminei, e um estranho sobre magia que tinha um elfo - em ambos, por algum motivo a personagem principal era igual a mim e tinha meu nome... nem me envergonho =X

Lógico que, atualmente, são coisas mais viáveis, tipo um blog ou um conto. Mas continuo tendo isso!

Curto meus impulsos criativos, quem sabe um dia saia algo realmente útil, hahahah

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Super-Herói

Ahhh, meu, esquece. Eu ia falar da gripe suína, mas tá todo mundo falando disso, ainda mais hoje que teve a postergação do início das aulas. Então vamos falar de algo que inguém mais lê, ninguém mais se importa depois que completa treze anos: super-heróis.

Há não ser a dona B.~* aqui, lógico. Sempre vou amá-los, invejá-los, quando pequena eu ficava pulando do beliche para ver se eu voava - é verdade. Quem nunca sonhou em ser o herói, ou o vilão, sei lá, ter superpoderes, bater em gente que você não gosta *-* Por isso que eu vou abordar esse assunto, e também porque eu to entediada.

Tem vários tipos de heróis. Os que nunca perdem, os ricos, os perturbados, os esquentados que criam os próprios problemas, etc e etc. Eu, particularmente, não gosto de um herói: o Super-Homem.

Herói mais xarope. Tem todos os poderes, qual a graça de lutas de um cara invulnerável? Ele não tem lado mal. Não tem conflito interno, leal de mais, heróico de mais, perfeito de mais. Até hoje, prefiro o Lex Luthor, e não esse cara de roupa azul e cueca vermelha bombadão o qual o disfarce é um óculos (nunca me conformei com essa parte. Um óculos?).

O batman até que é legal, mas ele só herói porque é rico. Se fosse pobre, fazia uma terapia e não reclamava mais de porra nenhuma.
Eu curto os X-Men. Eles só tem um poder cada um (no geral), o que os torna mais vulneráveis. E eles são mais humanos, lógico: eles cometem erros. De todos os mutantes do grupo dentro e fora dos filmes e quadrinhos, eu gosto do Gambit e da Vampira.
A Vampira suga os poderes dos outros: coisa prática, tipo, demais. No filme, ele é toda insegurazinha e etc, mas no gibi ela é o máximo, hahaha.
O Gambit torna as coisas explosivas - é o cara do baralho, meu xará -, mas eu gosto dele mais pelo seu jeitão de francês cafajeste e que de vez em quando dá uns escorregões, hahaha.

E os dois dão um belo casal, não acha? Hahaha
Toda criança precisa de um herói para poder se atirar de boliches e dizer que voava, para suas brincadeiras e todas essas cosias, e, na minha opinião, todo mundo precisa ter a criança interna para bancar o idiota de vez em quando. Então, qual o mal de assistir um desenho ou ler um gibi de herói de vez em quando?
Não que alguém precise ficar sabendo, lógico.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Baralho

Minha perdição, imagino eu. Já citei minha incondicional estupidez, sempre aceitando desafios alheios e estúpidos por pura competitividade. Truco, quarteto, quadrado, rouba-monte, 21, pôquer (*-*), quem tira a carta mais alta, dama, choque, etc e etc. Eu acho que gasto a sorte que eu supostamente deveria ter na vida nos jogos com cartas: última vez que joguei pôquer tirei sequências duas vezes seguidas - quem joga sabe, hahahaha - e não que essa sorte seja muita.

Já passei por alguns perrengues jogando cartas: perdi dignidade, paciência e, uma vez (UMA, ok?) em partcular, perdi roupas. Viajando para o exterior com gente que nunca mais veria de novo, com um cara que havia pego e um que eu tinha interesse e mais uma amiga, estávamos zombando do meu ex porque perdera a chave. Não lembro em que contexto falaram de strip-tease, e os meninos duvidaram - nunca duvide de nada, colega - de que eu jogaria strip poker. Fomos até um andar vazio, minha amiga amarelou - até hoje ela acha que eu não joguei também - e começamos.

Placar inicial: garoto perderam primeira rodada, eu tinha os sapatos deles. Depois, um deles decidiu uma jogada arriscada apostando a camisa e os shorts, eu cubro, perco a camisa. Este menino perde para mim na seguinte, eu recupero minha camisa e ele fica de cueca (nosso limte: roupas íntimas). Não fiquei encarando por razões óbvias, ainda mais depois que o cara jogou uma bermuda por cima da cueca só para estar semi-coberto "caso alguém suba", mas o volume era meio descrepante O.o. Rodada seguinte, eu tinha uma trinca de ás. Eu TINHA QUE GANHAR! Coloquei tudo que era permitido.

Perdi tudo que era permitido.

Depois ainda tentaram sair correndo com a minha blusa, teve uma guerra de sapatos, um fora, um garoto rolando de rir só de cueca no chão. Foi uma história pra contar, lógico, me divirto até hoje, mas eu cheguei a importantes conclusões:

1- Nem sempre trinca de áses é o melhor jogo;
2- Faça merda e alegorias como essa com gente confiável OU com quem COM CERTEZA nunca mais verá na vida;
3- Não seja a única menina do jogo;
4- Jogos de Cartas PODEM te colocar na merda - ainda mais se valer algo substancial como dinheiro ou roupas, hahaha.

Isso sem falar que machuca. Contei do amigo da minha irmã que quebrou o menisto (acho que é esse o nome, um osso do joelho) jogando truco?

HAHAHA, baralho é tenso.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Urbano, Rural

Apesar de viver em Sampa, capital, eu tenho ciência de que a maioria das cidades do Brasil não são grandonas, movimentadas e com Mc Donalds, conectadas a todo instante. Tanto que a família distante - ou nem tanto - SEMPRE decidem se mudar/morar/botar filhinhos no mundo lá na porcaria do interior, na serra, na roça ou sei lá mais o quê, onde a internet, o fast food e o bom senso nunca chegam.

Notaram que fui, tristemente, envenenada pela cidade: lugares isolados despertam minha irritação. E, lógico, meus avós paternos E maternos - e inclusive tios - resolveram cada um ir para o interior remoto de um estado. Amanhã, serei levada praticamente a força para um sítio próximo a lugar nenhum, em uma bifurcação que aparece depois da puta que pariu, e eu declaro que cidades minúsculas que não merecem o título de cidade me IRRITAM.

A cidade já me enraizou aqui, para sempre. Pegar metrô - agora que tem o novo, é meu programa favorito, yééé -, ônibus, andar com aquele gostinho de medo de ser assaltada, delícia, shoppings imensos, luzes brilhantes, carros desgovernados, pessoas com 1265483423462 piercings no centro, cabelo rosa, gente diferente. É incrível como as pessoas podem nascer com uma vocação ou outra: você pode nunca se acostumar com as luzes da cidade, ou ficar doente só de pensar em se isolar com as vaquinhas no interior.

Eu sou urbana, sempre fui, não sei se sempre serei, mas o campo me faz doente há não ser que haja pelo menos alguma companhia - o que nem sempre há. Imagino que pessoas rurais não gostem do movimento, do perigo, das informações jogadas aos baldes para as pessoas absorverem de cinco em cinco segundos. Talvez eu seja completamente defeituosa por ser urbana, mas eu feliz.

Felicíssima.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Para que serve o Twitter?

Bom, eu não sei. Mas eu acabo de descobrir que tenho um, haha.

Se você não é famoso, não tme profissão de risco, não tem idéias interessantes, porque the hell você tem twitter? "Vou tomar banho e dormir" - mudou minha vida. A única coisa a qual escrevi quando descobri que tinha twitter foi postar "Olha, descobri que tenho twitter", e isso já é bem inútil, hein. A questão é que as diversas redes e sites de comunicação que surgiram na net arrajaram aluma justificativa frouxa: o orkut e facebook serve para conhecer pessoas - e essas porcarias, digo eu mesma, viciam - o myspace é um meio para os artistas, mas que DIABOS faz o twitter?

Vamos analisar: você pode por notas de até 150 caracteres, com o intuito de descrever o que você está fazendo, pode mandar recadinhos, seguir pessoas e ser seguido. Tá, vamos dizer que você pode seguir famosos - MAS OLHER LÁ, eles falam de sua vida pessoas, o que nem sempre é o que interessa ("Hoje foi ao Empire State, HOHOHO").

Tá, de hoje em diante eu declaro que, para mim, twitter é inútil. Yéééé

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Homem x Mulher

Isso é conversa de bar, de mesa de jantar, de amigos, de amigas, é coisa que agente acaba brisando em cima quando está sozinho: a batalha dos sexos. Para MIM, eu fico em dúvido por causa das seguintes características:


HOMEM
Mija em pé
Não menstrua E não fica grávido

Broxa

MULHER

Não pode ser chutada no saco
Pode fazer sexo quantas vezes seguidas quiser

Mas mesntrua e fica grávida


Claro que deixo de fora todas aquelas quetões subjetivas de sentimentalismo, independência, liberdade. Esses estigmas, a sociedade e você que criam. Nunca me considerei o ser mais feminino da terra: eu não gosto de frescuras, eu sou grossa, eu falo alto, me dou muito melhor com menino - talvez eu não seja um bom exemplo para dissertar sobre a guerra dos sexos, eu não sou o melhor exemplo de menina MENINA, sabe?

Tanto que 90% dos meninos que já fiquei vieram de um processo de virar o "melhor-amigo-sem-pau-que-até-que-é-gostosinho" (tipo os meninos que viram "melhor-amigo-gay" pra faturar mulher) e depois me tornar uma mulher "de verdade", e potencial pretendente. Ok, podemos concluir que não sou a melhor pessoa para falar sobrehomens e mulheres.

Mas independente da guerra, eu não vivo sem homem - e homem, com certeza, não vive sem mulher.

O que você inveja no sexo oposto?