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sábado, 8 de agosto de 2009

Selo e Problemas

Se tudo que eu toco trava, a culpa não é minha. Mas se o laptoo resolve começar a funcionar miraculosamente, eu voua proveitar, certo? Vai demorar para a budega aqui estabilizar, mas boa noitícia é quenjunto com os problemas chegou um selo do Marmanjjus, o que me deixa bem feliz. Juro que os posts de cultura inútil e reflexões bestas voltam logo mais.




O intuito é passar pra 10 blogs, mas eu to com falta de paciência e acho isso exagero, hahaha. Aí vão os que eu imagino que mereçam.

Olhaissodaí !
Maldosas
Malvadas
Piadas Rápidas
Manual do Cafajeste
Lameduck

Pronto. Logo ais volto com regularidade, acho eu, MALDITO pc.

sábado, 25 de julho de 2009

Teatro Experimental

Tá aí um negócio que me assusta. Hoje, fui a uma peça do grupo de teatro da minha irmã - a qual eu sabia que era experimental, mas resolvi experimentar (merda de trocadilho). Saldo da peça:

-2 cenas de nudez
-1 cena do que eu imaginei ser um estupro
-1 cena em francês
-agradecimentos no meio da peça
- um cara suado para caralho, que quando a luz batia nele, o suor evaporava e ficava saindo fumaça

Esse último é de verdade MESMO. Desde o início da peça ele estava estranhamente pingando de suor, e sempre que a luz batia nele a estranha fumaça se levantava, do suor evaporando. Mas pode ser que ele tenha algum pacto com o demo, sei lá.

Talvez eu seja caretona (?), mas eu tenho essa estranha necessidade de sentido, sacas? Começo, meio e fim? Protagonista, antagonista, enredo? Talvez seja culpa minha, quem sabe?

Mas a conclusão que eu chego é que Teatro Experimental decididamente não é a minha praia.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Urbano, Rural

Apesar de viver em Sampa, capital, eu tenho ciência de que a maioria das cidades do Brasil não são grandonas, movimentadas e com Mc Donalds, conectadas a todo instante. Tanto que a família distante - ou nem tanto - SEMPRE decidem se mudar/morar/botar filhinhos no mundo lá na porcaria do interior, na serra, na roça ou sei lá mais o quê, onde a internet, o fast food e o bom senso nunca chegam.

Notaram que fui, tristemente, envenenada pela cidade: lugares isolados despertam minha irritação. E, lógico, meus avós paternos E maternos - e inclusive tios - resolveram cada um ir para o interior remoto de um estado. Amanhã, serei levada praticamente a força para um sítio próximo a lugar nenhum, em uma bifurcação que aparece depois da puta que pariu, e eu declaro que cidades minúsculas que não merecem o título de cidade me IRRITAM.

A cidade já me enraizou aqui, para sempre. Pegar metrô - agora que tem o novo, é meu programa favorito, yééé -, ônibus, andar com aquele gostinho de medo de ser assaltada, delícia, shoppings imensos, luzes brilhantes, carros desgovernados, pessoas com 1265483423462 piercings no centro, cabelo rosa, gente diferente. É incrível como as pessoas podem nascer com uma vocação ou outra: você pode nunca se acostumar com as luzes da cidade, ou ficar doente só de pensar em se isolar com as vaquinhas no interior.

Eu sou urbana, sempre fui, não sei se sempre serei, mas o campo me faz doente há não ser que haja pelo menos alguma companhia - o que nem sempre há. Imagino que pessoas rurais não gostem do movimento, do perigo, das informações jogadas aos baldes para as pessoas absorverem de cinco em cinco segundos. Talvez eu seja completamente defeituosa por ser urbana, mas eu feliz.

Felicíssima.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Pizza na Sarjeta

Tipo assim, bacana. Vai pra balada, fique bêbado: não vão falar com você de outro modo. Estava num churrasco agora, sem carne e com o alcool se escasseando - não que eu tenha bebido muito. Sai de lá com meus amigos no escuro, caminhamos até uma pizzaria sem mesas e rachamos uma pizza, uma coca e pegamos copinhos de plástico. Sentamos no chão do estacionamento e comemos.

É, o churrasco tava bombando de gente bacana! Tá, talvez eu que não seja bacana o suficiente para entrar... mas é só eu por um decote, fazer cara de biscate e virar umas que eu já entro no espírito da tchurminha, yéééé.

Eu me deivirto mais comigo e meus coleguinhas. Se tem bebida, beleza, se não tem, na mesma, ficamos todos lá brincando de zoar. Se bem que ver fumantes apagando cigarro um nos outros é divertido, hihihi.

Ah, nota: ontem fui em outro churrasco, e encontrei umser humano que não fica bêbado: inveja. Inveja do filho da puta.

Bom, vamos a lista de perdas de hoje (e ontem): gastei 25 reais contando o churrasco e a pizza (e só usufrui de um copo de vodka da maldita festa, e de um espeto cru, uhu), fiquei andando com um bando de pessoinhas a noite em ruas desertas, mordi carne crua.

Bom, mas eu descobri que eu cuspo mais longe que uma amiga (HA), que um amigo meu deixouy de ser esponja *-* e ontem eu consegui comer carne: já tô no lucro, hihihi.

Bem-aventurados os que comem pizza na sarjeta: estes se divertem mais dos que vão aos churrascos com pouco álcool e nenhuma carne.

Amém.