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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Seu Pirralho Interno

Sem romanciar isso, sem chamá-lo de "criança interior" - isso é coisa de quem não admite que, na verdade, tem um pirralho interno que sai a todo momento e que guia metade de suas ações.

Você tem uma cor favorita? Um número da sorte? Costuma se impressionar com os brinquedos tecnólogicos e coloridos de hoje em dia? Parabéns, você tem um pirralho interno saudável. Na minha humilde opinião de pessoa, acredito que as pessoas são mais felizes - e agradáveis de se conviver - quando admitem e convivem perfeitamente com seu pequeno pirralho.

As pessoas divertidas são assim por causa da jovialidade que conservam: por isso tem jovens velhos (ecaaaaaa! nojinho) e velhos jovens. Qual ééé! Saber fazer traquinagens (invoquei gírias da vovó agora), rir das brincadeiras alheias, aceitar brincar de pega-pega (huuum, sem duplo sentido) quando não tem ninguém olhando! Até hoje, ainda me divirto de mais brincando de esconde-esconde em terrenos imensos tipo de sítios.

O pirralho interno é o seu diabinho que fica no ombro esquerdo. É o que diz pra você não avisar aquela mulher que tem um chiclete do tamanho do mundo na bunda dela quando ela levantou do banco, é dar uma risada quando você ou mais alguém escorrega, é ser uma criança.

O que me assustou outro dia foi que eu realizei um dos meus sonhos de infância: uma pista de Hot Wheels. É! quando eu era uma criancinha babona o meu sonho interno era ter aqulas tais pistas do tubarão ou do alienígena, mas nunca tive coragem de pedir a mamãe e papai - parte por achar caro, e parte por achar que talvez eu largasse logo. A irmã da minha irmã (pais diferente), de 7 anos, ganhou uma pista dessas DA POLLY! OH MY GOD! Estava em uma humilde estadia na casa da minha irmã e me joguei no chão e ajudei a criança a montar a pista - me senti um gênio quando consegui e ainda fiz a escada rolante pro shopping funcionar. Brincamos um pouco, e ligamos a baraulhenta escadinha, e eu me impressionei: o brinquedo não precisa de criança! Se você deixar a escadinha ligada e uma saída fechada, ele sobe a escada, passa pelo shopping, desce e sobe de novo! É uma revolução!

O brinquedo não precisa da criança! Agente pode ir assistir TV que o brinquedo fica brincando sozinho, sem ninguém...

Pra que criança, se pode ter um brinquedo que brinca sozinho??

Pois é, vivendo e aprendendo, hahah. Minha pirralhinha interna fala alto de vez em quando - eu me diverti com aquela pista auto-suficiente.

Boa sorte com o seu pirralho interno.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Urbano, Rural

Apesar de viver em Sampa, capital, eu tenho ciência de que a maioria das cidades do Brasil não são grandonas, movimentadas e com Mc Donalds, conectadas a todo instante. Tanto que a família distante - ou nem tanto - SEMPRE decidem se mudar/morar/botar filhinhos no mundo lá na porcaria do interior, na serra, na roça ou sei lá mais o quê, onde a internet, o fast food e o bom senso nunca chegam.

Notaram que fui, tristemente, envenenada pela cidade: lugares isolados despertam minha irritação. E, lógico, meus avós paternos E maternos - e inclusive tios - resolveram cada um ir para o interior remoto de um estado. Amanhã, serei levada praticamente a força para um sítio próximo a lugar nenhum, em uma bifurcação que aparece depois da puta que pariu, e eu declaro que cidades minúsculas que não merecem o título de cidade me IRRITAM.

A cidade já me enraizou aqui, para sempre. Pegar metrô - agora que tem o novo, é meu programa favorito, yééé -, ônibus, andar com aquele gostinho de medo de ser assaltada, delícia, shoppings imensos, luzes brilhantes, carros desgovernados, pessoas com 1265483423462 piercings no centro, cabelo rosa, gente diferente. É incrível como as pessoas podem nascer com uma vocação ou outra: você pode nunca se acostumar com as luzes da cidade, ou ficar doente só de pensar em se isolar com as vaquinhas no interior.

Eu sou urbana, sempre fui, não sei se sempre serei, mas o campo me faz doente há não ser que haja pelo menos alguma companhia - o que nem sempre há. Imagino que pessoas rurais não gostem do movimento, do perigo, das informações jogadas aos baldes para as pessoas absorverem de cinco em cinco segundos. Talvez eu seja completamente defeituosa por ser urbana, mas eu feliz.

Felicíssima.

domingo, 19 de julho de 2009

Mundo Bissexual

E não é esta a verdade? Uma teoria que eu venho desenvolvendo - apesar de nunca ter experimentado na prática - é de que a bissexualidade está se espalhando pelo mundo e será o estágio final da nação mundial.

Levante a mão que tá feliz!

Brincadeiras a parte, eu acredito nisso por dois motivos principais: primeiro, por causa do desenvolvimento linear das relações carnais: antes, casavam-se por conveniência, sexo era depois do casamentos, sexo passou a acontecer durante o namoro sério e, agora, dão/comem na primeira noite - sem necessariamente lembrarem do nome do colega ao lado. E o que vem depois? Não há mais limite para experimentação: o que, por um lado, é muito bom.

E, segunda causa: no futuro, por causa de inseminação artificial e todas essas coisas piscodélicas que inventaram para que sexo não servisse para nada - ou não - sexo num futuro próximo seria apenas lazer: eu não preciso me juntar com um cara pensando que no futuro pretendo ter filhinhos e todas esses ideais. Sendo apenas entretenimento, sexo estaria aberto para toda aquela experimentação, aêêêêêê.

Claro, é só uma humilde teoria de alguém que tem muito tempo livre, tipo MUITO mesmo. Mas, olhando pelo ângulo certo, tem validade.

Não tem?

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Para que serve o Twitter?

Bom, eu não sei. Mas eu acabo de descobrir que tenho um, haha.

Se você não é famoso, não tme profissão de risco, não tem idéias interessantes, porque the hell você tem twitter? "Vou tomar banho e dormir" - mudou minha vida. A única coisa a qual escrevi quando descobri que tinha twitter foi postar "Olha, descobri que tenho twitter", e isso já é bem inútil, hein. A questão é que as diversas redes e sites de comunicação que surgiram na net arrajaram aluma justificativa frouxa: o orkut e facebook serve para conhecer pessoas - e essas porcarias, digo eu mesma, viciam - o myspace é um meio para os artistas, mas que DIABOS faz o twitter?

Vamos analisar: você pode por notas de até 150 caracteres, com o intuito de descrever o que você está fazendo, pode mandar recadinhos, seguir pessoas e ser seguido. Tá, vamos dizer que você pode seguir famosos - MAS OLHER LÁ, eles falam de sua vida pessoas, o que nem sempre é o que interessa ("Hoje foi ao Empire State, HOHOHO").

Tá, de hoje em diante eu declaro que, para mim, twitter é inútil. Yéééé

domingo, 12 de julho de 2009

Amor pelo Futebol

Não é minha praia, decididamente, não é a minha praia.

Eu adoro jogar - mesmo - apesar de ser a negação no campo que eu sempre fui, mas uma coisa que me intriga PROFUNDAMENTE é o amor, sobretudo masculino, pelo futebol. Eu me informo, corro atrás de tabelas, sou corinthiana (aêêê!), e amo zombar dos times alheios que perdem os jogos e etc, mas não assisto jogos. Porque, caro colega, eu não me irrito se xingam meu Coringão de volta? Porque eu simplesmente não me importo o suficiente com o Timão para me ofender, o que eu considero muito prático.

E, assim sendo, eu afirmo: é mais divertido não se importar - pelo menos para mim - porque aí eu posso zombar de todos os times (menos o meu, hihihi) sem medo de ser zoada de volta. Sendo paulista, os quatro times chave são São Paulo, Santos, Palmeiras e Timão. Sãopaulino é viado/homossexual, santista não existe (e aliás, o Santos tá perdendo de 4 x 0 do Vitória nesse momento) e palmerense é um porco fedido, é o que se fala por aí. Lógico, tem gente que diz que corinthiano é pobre/desdentado/analfabeto, mas eu não acredito neles.

O futebol é símbolo brasileiro, e eu acho legal as pessoas amarem o futebol. Já me diverti, inclusive, vendo pessoas passarem por situações devido ao futebol, hahaha. Então, continuemos assim: amai o futebol, divirta-se, chore, sofra pelo seu time de coração. Mas há, decididamente, outras coisas na vida, certo? Hahahaha

Aliás, o Santos fez um gol de pênalti. Cagados.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Tchau, Michael

As pessoas adoram sentir pena, não? Adoram chorar por uma menina que foi jogada pela janela e mostrar todo o carinho por doentes terminais e pessoas que já morreram. Não que estes não mereçam, contudo... ninguém faz isso por carinho. As pessoas sentem pena porque, no fundo no fundo, sentem um alívio por não tem morrido, tido câncer ou sido jogadas pela janela - ninguém lamenta de verdade a não ser que seja consigo mesmo ou com um ente querido- e olhe lá.

E, depois desta introdução que demonstra fé na humanidade, vamos ao que interessa, o que lotou blogs, TV, jornais, mentes, conversas, ENFIM, o mundo: His name is Jackson, Michael Jackson, the king.

Gosto da musica dele, lógico, ainda mais da dança (PAGO UM PAU, UHUUUU), mas sabemos que nos últimos anos ele sofreu um processo por comer criancinhas, e, por coincidência, passou os últimos anos sendo acusado por pedofilia e apedrejado por comer criancinhas. Bastou o senhor morrer QUE ELE VOLTOU A SER A PORCARIA DO REI. É incrível como a morte enobrece as pessoas: sempre lembram delas com mais amor e qualidades... daqui há dois meses, todo mundo vai ter tirado as fotos dele do orkut e lembrá-lo como um um X cantor que foi bom, mas vao levar em conta que ele um dia tentou ou fui acusado de comer criancinhas.

Pobre Criancinhas.

PS: Teve o pai do menino abusado que disse que era tudo mentira, não? As pessoas gostam de aparecer, e, ainda mais, de reaparecer.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Sexo Público


POUCA VERGONHAAA!
Imagine comigo o cenário, colega: você tá empolgadaço numa balada, tomou todas, entra num banheiro para botar os rins para fora e jurar nunca mais beber daquele desse jeito. Se arrasta pelo chão para chegar ao trono, e observa pelo vão de uma cabine que há um casal MANDANDO A BRASAAA, UHUUUUUUL!
O que fazer a seguir, fica na opinião de cada um.
Brincadeiras sexuais são diversas e algumas até divertidas, mas um caso polêmico é o sexo público - como fica a inocência de suas crianças que vão ao banheiro do Bob's e encontram um casal produzindo um bebê igualzinho a ele? Claro que os casos como esse são raros (eu espero) - eu nunca ouvi - mas pode ser um sério atentado ao pudor, hahaha. Mas tentar ver pelo lado do casal é uma boa, concorda?
Você começa com um beijo inocente, mas você/seu namorado estão na seca faz um tempo, o ambiente parece vazio, algumas mãos, gemidos, vocês se enfiam no banheiro mais próximo não necessariamente por um fetiche, mas por uma necessidade fisiológica que existe desde o início dos tempos... com camisinha, né galera o/ É valido, visto por esse lado?
Então, deixando a parte o fetiche e pensando apenas na falta de lugar: isso ocorre comigo com alguma intensidade, hahaha. Não que eu faça qualquer coisa em banheiros públicos do mundo, mas algumas mãos aqui e ali podem ocorrer, se não tiver ninguém olhando. Acho que o que vale são os limites do casal, a situação, o local, as pessoas do local.
Hoje, especificamente, passei por tentação ferrada, e não cheguei a fazer nada. A questão é: se eu pudesse, deveria ter feito?
E eu tenho certeza que a pessoa que agora lê isso deve estar pensando se faria ou não, hahaha. Levando em conta: pode satisfazer, dar o gostinho de perigo, mas você pode ser preso dependendo do lugar (tenso), não pode ficar abraçado de conchinha (oiin) ou virar e dormir. Aí você me diz se valeria a pena, pessoa X \o/

domingo, 5 de julho de 2009

Banda Puritana

Quem nunca ouviu falar, não? Quem não ouviu o nome dos irmão Jonas, o trio puritano que usa aneis de pureza, dispensa drogas e tem os hits do momento.

São eles, os Jonas Brothers.



Minha opinião de pessoa? Sem graça. Eu acho que falar "tudo viado" talvez estresse algum fã de plantão, então vou manter o sem graça. Por que?, pergunta você, pacato passante, Por que é sem graça?

Eu sacio sua curiosidade citando o que eu falei no primeiro parágrafo: '...o trio puritano que usa aneis de pureza, dispensa drogas e tem os hits do momento.'. Ficou claro? Para não me aprofundar no fato de suas músicas terem sido escritas no melhor estilo 'chiclete' (você a ouviu uma vez; você a odeia; você não quer, decididamente ouví-la de novo. Mas você sabe o refrão de cor!), daqueles que conquista grandes massas, eu vou especificar o que o torna sem graça no meu ponto de vista? "...aneis de pureza, dispensa drogas..."

QUAL É A GRAÇA DE UMA BANDA ASSIM??

Fala sério, nas bandas de heavy metal e rock clássico, as pessoas torciam diariamente para seus ídolos não terem overdoses ou morrerem de AIDS. Com os Jonas Brothers, as meninas torcem para que eles não se casem e entreguem sua flor para a escolhida de Deus.

Por isso, eu quero que volte o velho rock 'n' roll, o velho pop deturpado. Olhem para a tia Britney, isso É emocionante. Cazuza, o pobrezinho morreu de AIDS. Michael Jackson virou branco, cara. Kurt Cobain se matou!

Então, devido a falta de emoção conferia ao trio, a falta de músicas substanciais e a falta de emoção (eu já disse isso? é sempre bom frizar), eu os declaro abaixo do meu conceito de aceitável.

Afinal, qual é a graça se ninguém morre de overdose?
(Não que eu deseje a morte de alguém, bate na madeira)

sábado, 4 de julho de 2009

Os Novos Machos

Nasce aos poucos (ou será apenas eu?) uma raça de mulheres 'evoluídas' e sem frescuras!

Ok, é mentira. A maioria continua na mesma merda e nas mesmas frescuras - mas que ser humano não é uma bichona fresca por dentro, ham?

Observo em meus estudos sociológicos (tenho lido um livro muito ruim cheio de firulas de um pseudo psicólogo, resultado: to falando feito almofadinha \o/), que poucas são as meninas que largam certas frescuras e muitas vezes sinto-me eu o problema - e quem garante que não seja, hein, bonita? -, mas aprendia a gostar do ser alegre que me encara no espelho todos os dias: eu mesma. Outro dia li uma crônica que dizia que "nascia aos poucos uma geração de novas e delicadas damas e mocinhas e requintadas: os homens do século XXI" - o que se você pensar é verdade, olhe o tio acima. Metrossexualismo, sentimentalismo e muitos outros ismos foram propagados pelo mundo masculino, e competem bravamente para tomar o 'ismo negativo': o Machismo.

Nada contra ao homem macho que pega de jeito e dificilmente mostra sentimentos ou ao cara que te abraça, diz que te ama e usa anel de pureza (ok, exagero), ou melhor, que te trata bem um pouco mais abertamente, temos gostos e gostos. Mas eu não quero falar de homens, e sim de mulheres: se, de acordo com a crôpnica da revista que eu peguei no dentista, se formam novas donzelas com um pau, alguém deve estar tomando o posto de macho alfa, e não, não é o seu colega bissexual ou seu tio hermafrodita, é a

Mulher.

Aos poucos toma o lugar do homem aprendendo a fazer tarefas domésticas como trocar uma lâmpada, dirigem melhor, tem empregos em grande companhias, e pouco a pouco as mudanças gerais vão alterando o modo de agir e ver as coisas: nasce a nova macho - sem nome melhor, ser nova macho não é necessariamente depreciativo. Uma mulher que pega e não se apega (eca, odeio esse lema), que vira ou fuma sem medo de ser julgada, que não dá bola pra palhaço que que vira e dorme depois do sexo.

A questão é que, assim como não existe o completo macho e a completa fêmea, não existe o homem que virou completamente a nova donzela ou mulher que tomou o posto de novo macho, não integralmente. Surge uma feração de híbridos que guardam muitas surpresas..


Eu sou um híbrido de menina e "nova macho", sem vergonha de assumir. Eu gosto de chamego, odeio quando me prendem, adoro ouvir eu te amo, bebo de vez em quando, sem frescura, arroto, arrumo o cabelo, durmo depois do sexo, gosto de abraço, falo alto, depilo as pernas e me cuido, odeio voz muito aguda e mulher muito afetada.

Não sei como anda o resto do mundo, se a maioria são hibrídos, se a maioria é old fashion, se a maioria não dá a mínima.

Sem medo de ser feliz, colega, se solta: você é um híbrido?

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Homem x Mulher

Isso é conversa de bar, de mesa de jantar, de amigos, de amigas, é coisa que agente acaba brisando em cima quando está sozinho: a batalha dos sexos. Para MIM, eu fico em dúvido por causa das seguintes características:


HOMEM
Mija em pé
Não menstrua E não fica grávido

Broxa

MULHER

Não pode ser chutada no saco
Pode fazer sexo quantas vezes seguidas quiser

Mas mesntrua e fica grávida


Claro que deixo de fora todas aquelas quetões subjetivas de sentimentalismo, independência, liberdade. Esses estigmas, a sociedade e você que criam. Nunca me considerei o ser mais feminino da terra: eu não gosto de frescuras, eu sou grossa, eu falo alto, me dou muito melhor com menino - talvez eu não seja um bom exemplo para dissertar sobre a guerra dos sexos, eu não sou o melhor exemplo de menina MENINA, sabe?

Tanto que 90% dos meninos que já fiquei vieram de um processo de virar o "melhor-amigo-sem-pau-que-até-que-é-gostosinho" (tipo os meninos que viram "melhor-amigo-gay" pra faturar mulher) e depois me tornar uma mulher "de verdade", e potencial pretendente. Ok, podemos concluir que não sou a melhor pessoa para falar sobrehomens e mulheres.

Mas independente da guerra, eu não vivo sem homem - e homem, com certeza, não vive sem mulher.

O que você inveja no sexo oposto?