sexta-feira, 24 de julho de 2009

Baralho

Minha perdição, imagino eu. Já citei minha incondicional estupidez, sempre aceitando desafios alheios e estúpidos por pura competitividade. Truco, quarteto, quadrado, rouba-monte, 21, pôquer (*-*), quem tira a carta mais alta, dama, choque, etc e etc. Eu acho que gasto a sorte que eu supostamente deveria ter na vida nos jogos com cartas: última vez que joguei pôquer tirei sequências duas vezes seguidas - quem joga sabe, hahahaha - e não que essa sorte seja muita.

Já passei por alguns perrengues jogando cartas: perdi dignidade, paciência e, uma vez (UMA, ok?) em partcular, perdi roupas. Viajando para o exterior com gente que nunca mais veria de novo, com um cara que havia pego e um que eu tinha interesse e mais uma amiga, estávamos zombando do meu ex porque perdera a chave. Não lembro em que contexto falaram de strip-tease, e os meninos duvidaram - nunca duvide de nada, colega - de que eu jogaria strip poker. Fomos até um andar vazio, minha amiga amarelou - até hoje ela acha que eu não joguei também - e começamos.

Placar inicial: garoto perderam primeira rodada, eu tinha os sapatos deles. Depois, um deles decidiu uma jogada arriscada apostando a camisa e os shorts, eu cubro, perco a camisa. Este menino perde para mim na seguinte, eu recupero minha camisa e ele fica de cueca (nosso limte: roupas íntimas). Não fiquei encarando por razões óbvias, ainda mais depois que o cara jogou uma bermuda por cima da cueca só para estar semi-coberto "caso alguém suba", mas o volume era meio descrepante O.o. Rodada seguinte, eu tinha uma trinca de ás. Eu TINHA QUE GANHAR! Coloquei tudo que era permitido.

Perdi tudo que era permitido.

Depois ainda tentaram sair correndo com a minha blusa, teve uma guerra de sapatos, um fora, um garoto rolando de rir só de cueca no chão. Foi uma história pra contar, lógico, me divirto até hoje, mas eu cheguei a importantes conclusões:

1- Nem sempre trinca de áses é o melhor jogo;
2- Faça merda e alegorias como essa com gente confiável OU com quem COM CERTEZA nunca mais verá na vida;
3- Não seja a única menina do jogo;
4- Jogos de Cartas PODEM te colocar na merda - ainda mais se valer algo substancial como dinheiro ou roupas, hahaha.

Isso sem falar que machuca. Contei do amigo da minha irmã que quebrou o menisto (acho que é esse o nome, um osso do joelho) jogando truco?

HAHAHA, baralho é tenso.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Urbano, Rural

Apesar de viver em Sampa, capital, eu tenho ciência de que a maioria das cidades do Brasil não são grandonas, movimentadas e com Mc Donalds, conectadas a todo instante. Tanto que a família distante - ou nem tanto - SEMPRE decidem se mudar/morar/botar filhinhos no mundo lá na porcaria do interior, na serra, na roça ou sei lá mais o quê, onde a internet, o fast food e o bom senso nunca chegam.

Notaram que fui, tristemente, envenenada pela cidade: lugares isolados despertam minha irritação. E, lógico, meus avós paternos E maternos - e inclusive tios - resolveram cada um ir para o interior remoto de um estado. Amanhã, serei levada praticamente a força para um sítio próximo a lugar nenhum, em uma bifurcação que aparece depois da puta que pariu, e eu declaro que cidades minúsculas que não merecem o título de cidade me IRRITAM.

A cidade já me enraizou aqui, para sempre. Pegar metrô - agora que tem o novo, é meu programa favorito, yééé -, ônibus, andar com aquele gostinho de medo de ser assaltada, delícia, shoppings imensos, luzes brilhantes, carros desgovernados, pessoas com 1265483423462 piercings no centro, cabelo rosa, gente diferente. É incrível como as pessoas podem nascer com uma vocação ou outra: você pode nunca se acostumar com as luzes da cidade, ou ficar doente só de pensar em se isolar com as vaquinhas no interior.

Eu sou urbana, sempre fui, não sei se sempre serei, mas o campo me faz doente há não ser que haja pelo menos alguma companhia - o que nem sempre há. Imagino que pessoas rurais não gostem do movimento, do perigo, das informações jogadas aos baldes para as pessoas absorverem de cinco em cinco segundos. Talvez eu seja completamente defeituosa por ser urbana, mas eu feliz.

Felicíssima.

domingo, 19 de julho de 2009

Mundo Bissexual

E não é esta a verdade? Uma teoria que eu venho desenvolvendo - apesar de nunca ter experimentado na prática - é de que a bissexualidade está se espalhando pelo mundo e será o estágio final da nação mundial.

Levante a mão que tá feliz!

Brincadeiras a parte, eu acredito nisso por dois motivos principais: primeiro, por causa do desenvolvimento linear das relações carnais: antes, casavam-se por conveniência, sexo era depois do casamentos, sexo passou a acontecer durante o namoro sério e, agora, dão/comem na primeira noite - sem necessariamente lembrarem do nome do colega ao lado. E o que vem depois? Não há mais limite para experimentação: o que, por um lado, é muito bom.

E, segunda causa: no futuro, por causa de inseminação artificial e todas essas coisas piscodélicas que inventaram para que sexo não servisse para nada - ou não - sexo num futuro próximo seria apenas lazer: eu não preciso me juntar com um cara pensando que no futuro pretendo ter filhinhos e todas esses ideais. Sendo apenas entretenimento, sexo estaria aberto para toda aquela experimentação, aêêêêêê.

Claro, é só uma humilde teoria de alguém que tem muito tempo livre, tipo MUITO mesmo. Mas, olhando pelo ângulo certo, tem validade.

Não tem?

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Para que serve o Twitter?

Bom, eu não sei. Mas eu acabo de descobrir que tenho um, haha.

Se você não é famoso, não tme profissão de risco, não tem idéias interessantes, porque the hell você tem twitter? "Vou tomar banho e dormir" - mudou minha vida. A única coisa a qual escrevi quando descobri que tinha twitter foi postar "Olha, descobri que tenho twitter", e isso já é bem inútil, hein. A questão é que as diversas redes e sites de comunicação que surgiram na net arrajaram aluma justificativa frouxa: o orkut e facebook serve para conhecer pessoas - e essas porcarias, digo eu mesma, viciam - o myspace é um meio para os artistas, mas que DIABOS faz o twitter?

Vamos analisar: você pode por notas de até 150 caracteres, com o intuito de descrever o que você está fazendo, pode mandar recadinhos, seguir pessoas e ser seguido. Tá, vamos dizer que você pode seguir famosos - MAS OLHER LÁ, eles falam de sua vida pessoas, o que nem sempre é o que interessa ("Hoje foi ao Empire State, HOHOHO").

Tá, de hoje em diante eu declaro que, para mim, twitter é inútil. Yéééé

domingo, 12 de julho de 2009

Amor pelo Futebol

Não é minha praia, decididamente, não é a minha praia.

Eu adoro jogar - mesmo - apesar de ser a negação no campo que eu sempre fui, mas uma coisa que me intriga PROFUNDAMENTE é o amor, sobretudo masculino, pelo futebol. Eu me informo, corro atrás de tabelas, sou corinthiana (aêêê!), e amo zombar dos times alheios que perdem os jogos e etc, mas não assisto jogos. Porque, caro colega, eu não me irrito se xingam meu Coringão de volta? Porque eu simplesmente não me importo o suficiente com o Timão para me ofender, o que eu considero muito prático.

E, assim sendo, eu afirmo: é mais divertido não se importar - pelo menos para mim - porque aí eu posso zombar de todos os times (menos o meu, hihihi) sem medo de ser zoada de volta. Sendo paulista, os quatro times chave são São Paulo, Santos, Palmeiras e Timão. Sãopaulino é viado/homossexual, santista não existe (e aliás, o Santos tá perdendo de 4 x 0 do Vitória nesse momento) e palmerense é um porco fedido, é o que se fala por aí. Lógico, tem gente que diz que corinthiano é pobre/desdentado/analfabeto, mas eu não acredito neles.

O futebol é símbolo brasileiro, e eu acho legal as pessoas amarem o futebol. Já me diverti, inclusive, vendo pessoas passarem por situações devido ao futebol, hahaha. Então, continuemos assim: amai o futebol, divirta-se, chore, sofra pelo seu time de coração. Mas há, decididamente, outras coisas na vida, certo? Hahahaha

Aliás, o Santos fez um gol de pênalti. Cagados.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Tchau, Michael

As pessoas adoram sentir pena, não? Adoram chorar por uma menina que foi jogada pela janela e mostrar todo o carinho por doentes terminais e pessoas que já morreram. Não que estes não mereçam, contudo... ninguém faz isso por carinho. As pessoas sentem pena porque, no fundo no fundo, sentem um alívio por não tem morrido, tido câncer ou sido jogadas pela janela - ninguém lamenta de verdade a não ser que seja consigo mesmo ou com um ente querido- e olhe lá.

E, depois desta introdução que demonstra fé na humanidade, vamos ao que interessa, o que lotou blogs, TV, jornais, mentes, conversas, ENFIM, o mundo: His name is Jackson, Michael Jackson, the king.

Gosto da musica dele, lógico, ainda mais da dança (PAGO UM PAU, UHUUUU), mas sabemos que nos últimos anos ele sofreu um processo por comer criancinhas, e, por coincidência, passou os últimos anos sendo acusado por pedofilia e apedrejado por comer criancinhas. Bastou o senhor morrer QUE ELE VOLTOU A SER A PORCARIA DO REI. É incrível como a morte enobrece as pessoas: sempre lembram delas com mais amor e qualidades... daqui há dois meses, todo mundo vai ter tirado as fotos dele do orkut e lembrá-lo como um um X cantor que foi bom, mas vao levar em conta que ele um dia tentou ou fui acusado de comer criancinhas.

Pobre Criancinhas.

PS: Teve o pai do menino abusado que disse que era tudo mentira, não? As pessoas gostam de aparecer, e, ainda mais, de reaparecer.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Sexo Público


POUCA VERGONHAAA!
Imagine comigo o cenário, colega: você tá empolgadaço numa balada, tomou todas, entra num banheiro para botar os rins para fora e jurar nunca mais beber daquele desse jeito. Se arrasta pelo chão para chegar ao trono, e observa pelo vão de uma cabine que há um casal MANDANDO A BRASAAA, UHUUUUUUL!
O que fazer a seguir, fica na opinião de cada um.
Brincadeiras sexuais são diversas e algumas até divertidas, mas um caso polêmico é o sexo público - como fica a inocência de suas crianças que vão ao banheiro do Bob's e encontram um casal produzindo um bebê igualzinho a ele? Claro que os casos como esse são raros (eu espero) - eu nunca ouvi - mas pode ser um sério atentado ao pudor, hahaha. Mas tentar ver pelo lado do casal é uma boa, concorda?
Você começa com um beijo inocente, mas você/seu namorado estão na seca faz um tempo, o ambiente parece vazio, algumas mãos, gemidos, vocês se enfiam no banheiro mais próximo não necessariamente por um fetiche, mas por uma necessidade fisiológica que existe desde o início dos tempos... com camisinha, né galera o/ É valido, visto por esse lado?
Então, deixando a parte o fetiche e pensando apenas na falta de lugar: isso ocorre comigo com alguma intensidade, hahaha. Não que eu faça qualquer coisa em banheiros públicos do mundo, mas algumas mãos aqui e ali podem ocorrer, se não tiver ninguém olhando. Acho que o que vale são os limites do casal, a situação, o local, as pessoas do local.
Hoje, especificamente, passei por tentação ferrada, e não cheguei a fazer nada. A questão é: se eu pudesse, deveria ter feito?
E eu tenho certeza que a pessoa que agora lê isso deve estar pensando se faria ou não, hahaha. Levando em conta: pode satisfazer, dar o gostinho de perigo, mas você pode ser preso dependendo do lugar (tenso), não pode ficar abraçado de conchinha (oiin) ou virar e dormir. Aí você me diz se valeria a pena, pessoa X \o/